domingo, 9 de agosto de 2009

o sol voltou

a menina de azul, abriu a janela e ele estava lá: brilhante. acendia a luz da vida e aquecia os corações congelados. o sol havia voltado e era só emoção no coração. tudo estava muito mais colorido, o coração estava mais alegre, o sorriso saia mais facilmente. tudo estava muito mais feliz. a vida parecia calma e o cheiro do mundo era suave. poderíamos ter esperança e reiniciar nossas vidas.

percepções

...de repende ...e tudo começa. basta um passo e tudo começa. basta um grito e tudo começa. basta abrir os olhos e a vida começa. é assim o tempo todo o todo do tempo. as pessoas estão constantemente se reiniciando. começando algo, começando algo. porque mesmo que terminem algo logo em segui começam algo e nunca terminam, sempre no movimento de trasnlação. sempre queremos ser o centro. ser o sol.

... de repente. foi tudo que sobrou. nada. foi tudo que escutou. nada. de repente tem um momento em que nada escuta, grita, fala. tem um momento em que tudo é silêncio e escuridão, para depois ou encontrar treva ou encontrar a luz. você escolhe o seu caminho. então saia da treva e procure a luz.

... de repente percebi que o mundo precisa apenas ser um pouco menos medíocre para saber que todos podem ser mais, que as pessoas precisam querer serem menos ignorantes e buscar saber mais.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

quero sol



preciso do sol.... volta...

terça-feira, 28 de julho de 2009

uma tarde chuvosa...




quero ficar assim perto de quem eu gosto: as palavras. é tempo de se internalizar. é tempo de entrar em nossa morada. é tempo de ficar recluso. é tempo de vagar entre os sonhos e percorrer a esperança. é tempo de lidar com a falta de verdade, com a saudade da esperança, é tempo de reacreditar no mundo, nas pessoas, em nós mesmos.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

foi assim que o tempo passou

foi, foi um tempo marcado pelas saudades, pelas risadas, pela explosão de sentimentos. foi assim que a menina que corria pela praia, que sem sentir vergonha conversava com estranhos cresceu cheia de vaidades, cheia de medos. foi assim que tudo que era simples ficou complicado e o que parecia ser estava distante da realidade. foi assim que a adolescente que queria ser quem nao era viu o mundo se desmoronar em sua frente e de repente: a vida já não era dela. o mundo inventado passou a dominá-la e o que fora um dia suas verdades passaram a ser uma sombra distante. foi assim que a adulta que morria de solidão passou a ver o mundo em letras, passou a viver outra realidade, a da ficção e o mundo ganhou outras cores e a vida passou a ter outro gosto. foi assim, que o desejo de ficar distante, a ânsia de se esvaziar por completo tomou conta de sua alma e foi o que fez, foi o que deveria e podia fazer. sumiu, foi viver distante, longe de quem fora, de quem era, e do que os outros quiseram que ela fosse um dia.

um azul vem anunciar a despedida




meus olhos abrem-se para um novo dia. A sensação é leve, o corpo ainda é adormecido pelos sonhos que não vão embora nunca. A vida desperta e tenho que levantar. Minha cabeça é vento e tempestade. Meus movimentos são lentos. Não quero mais essa vida que inventei até o momento. Resolvo em meu novo-ano-novo ser outra. Um pouco sem algo que morreu em minhas lembranças e cheia de outras esperanças.
Sinto que é o azul o tom de uns poucos dias que virão e de uma vida que não será de posse nem de ilusão. Sinto que é a leveza que bate as asas da oportunidade.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

quero me esconder nesse buraco



Reflexões depois de uma tarde inteira de "textos inconpreensíveis":

- quero voltar a surfar;
- quero ficar a tarde inteira tomando sol;
- quero sentir a natureza na pele, alma e no coração.